quarta-feira, 29 de julho de 2009

Come, diabo!



Hauhauha! não resisti! achei minha cara na hora da fome no trabalho! Phelps acabando de sair da piscina, nem se enxuga, vai logo atacando o sanduíche indefeso.
Dedicado aos meus coleguinhas de trabalho que também fazem a linha "animal come!" xD

PS: Ah, isso era meu desespero na internet atrás da receita do molho Chipotle do Subway! E eu encontrei, rá! >D

terça-feira, 28 de julho de 2009

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A Larissa riu.

O cão!

Daí que ontem eu tive uma visão de como seria a placa de entrada na porta do Inferno. É mais ou menos assim:





Esqueçam a mistura de amarelo e fúcsia (até nome de demônio este cão tem) e a arte tosca no Paint aprendida nas aulas do Elian. O foco é o diabo da Monotype Cursiva, letras dos infernos, fonte chupando manga! Certeza que o Inferno é você não poder usar outra fonte.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Sa-fa-di-nho

Daí que terça eu não fui trabalhar porque passei a tarde toda tentando fazer um exame no meu ombro. A médica que fazia o ultrassom não aparecia e o corredor tava igual a fila do SUS. Tô lá eu, dividida entre jogar Uno no celular e observar uma coisinha fófis levando a vozinha pra fazer exame. Óin. Casa comigo. Me leva no médico.

Tô nisso quando o velhinho do meu lado pergunta:

- Esse celular é Nokia?

- É.

- É bom né.

- Os melhores. Não quebram nunca.

- É.

- O seu é Nokia?

- Não, Motorola...

- Ah.

Daí ele vê minha foto papel de parede do celular.

- Nossa, bonita você!

- Ah, brigada.

- Qual seu nome?

(Tensa)

- Err. Fabianny...

- Onde você mora?

(Muito tensa)

- Err... Perto do shopping Tal.

- Francisco meu nome. Prazer.

Até aí, eu tava ou olhando pro meu celular ou olhando pra coisinha fófis da vozinha. Mas me deu vontade de saber com que cara esse velhinho tava falando tudo isso. A cara dele era uma coisa mais ou menos assim:

- Rererere.

Sa-fa-di-nho.

- Er. Oi.

- Bonita você.

Preciso nem dizer que nessa hora eu já tava EM PÂNICO né. Peguei meu celular e liguei pra minha mãe, que tava fazendo uma tomografia em outra sala (é de família, beijos). Graças aos céus ela atendeu e um pouco depois o velhinho teve que ir embora. E ainda se despediu todo fófis.

Ah. Pior que quando finalmente chegou minha hora de fazer o exame a moça chegou toda apressada e ainda disse que não poderia fazer ultrassom da parte do meu ombro que doía porque aquilo não era mais ombro. Era costas. Tá. E diferente do velhinho, mal se despediu. Simplesmente me deixou de sutiã sentada em cima da maca e saiu correndo. Putz, nem um beijinho.

Rererere.

Preciso de um Blackberry

Tive um dia de cão hoje. Acordei cedo pra ir falar com um professor. Ligo e nada dele confirmar. Ligo mais. Nada. Acabo indo lá mesmo assim. Chovendo. De ônibus. Chegando na faculdade, o canto mais limpo. Pra não dizer "o canto mais limpo" digo que tinha uma funcionária limpando. O canto quase-mais-limpo então. Wathever. Pego outro ônibus e vou pra minha psicóloga, que havia mudado de endereço. Pra começar, peguei o ônibus errado. Desci. peguei o certo.

Assim que desci perguntei a uma mulher pra onde ficava a rua Tal. "Pra cá ou pra lá?", perguntei. Ela disse "pra cá CERTEZA que não. Deve ser pra lá". Vou pra lá. Lembrando, chuva, vento. E meu pequenino quarda-chuva azul clarinho. Quase desmontando. Daí que a rua dá numa ruela. Opa, me perdi. Encontro um moço e pergunto: "moço, pra onde é a rua Tal?". Ele prontamente responde: "não sei. Mas vamos ver no meu Blackberry". E tirou um Blackberry do bolso.

Eu juro.


Nessa altura eu já tava pensando: esse dia tá rindo de mim. O incrível é que nós não conseguimos achar a rua no Blackberry. O moço tava lá todo empolgado procurando no aparelho quando eu lembrei a ele que eu estava atrazada e fomos procurar PESSOAS. Uma mulher disse onde era a rua. Tipos que, claro, era "PRA CÁ". Perguntei quantos quarteirões eu tinha que andar, e o moço novamente: "podemos ver isso no meu Blackberry!". Dessa vez achamos. E eu fiquei QUERENDO MUITO um Blackberry. Rererere.

Andei cinco quarteirões debaixo de chuva e vento. E quando cheguei na rua, cadê a clínica. Tipos, ela não tava lá. Não mesmo. Passei pela mesma área umas três vezes. Lembrando, debaixo de chuva e vento, apenas com meu guarda-chuvinha azul clarinho quase desmontando. Daí achei um CRISTÃO e perguntei onde era. Ele disse: "ali, você já passou por lá". Rerere. Jura?

Ah, a clínica era recuada atrás de uma decoração arbórea, tá? Tinha nem como ver. Entro. Minha psicóloga já havia desistido de mim, tava folheando uma revista. Quando ela me viu, molhada, descabelada e PUTA, fez uma cara que pode ser traduzida em uma pergunta:

- Isso é você?

Então, eu. Depois ainda tem gente que pergunta porque eu faço terapia.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Besouro, o filme

Pessoas. Esse filme nacional vai estrear no final do ano. E pasmem, é de luta. Rá. Mas como todo filme brasileiro que foge da temática fome/pobreza/drama é bem capaz de fracassar nas bilheterias. Mas eu tô doida pra ver e resolvi divulgar. Rererere. Quem gostar do trailer divulgae também.

domingo, 19 de julho de 2009

And the Oscar goes to...

O Comoeuvimpararaqui dá uma força pra galera do cenário underground (beeem under mesmo)do audiovisual apresentando a superprodução em dois capítulos "Leona, a assassina vingativa" e aproveita para lançar a campanha "Esculhambe o Scrapbook do seu amigo" colando essas duas URLs lá de presente! Dia do amigo amanhã, galera, vamo homenagear! xD






quinta-feira, 9 de julho de 2009

Menino criado em boteco

Já dizia Marx (versão Larissa): Nós somos o cuzcuz que comemos. Eu acrescento: Nós também somos o barraco em que vivemos. Essa criança aí não nega as suas origens.

Vi isso aqui

Fucked Barbie Pride!

Ai gentes. É cada uma que, sei não.

Para impressionar amigos e parentes, duas adolescentes britânicas de 16 anos chegaram à formatura da escola, em Fair Oak, Hampshire, dentro de caixas de bonecas.

Sim. E ainda tem foto pra provar.


- Hihihihi


Zzzz. Se convidada dessa festa eu fosse, essas duas babacosas eu chutaria. Deixava elas cairem com caixa e tudo, que nem um fusca capotado. Mas já se uma delas pegasse um desses boys e fossem pra festa fantasiadas de barbie, ok, dentro de uma caixa de barbie ok, mas assim:


Fucked Barbie Pride.

Além de tirar foto eu ainda pedia um autógrafo. Porque né, ser Barbiezinha todas querem, mas e a Fucked Barbie???

A matéria eu vi no G1.

Veja mais Fucked Barbies aqui.

É uma cilada Dino

Ler Stuart Hall é uma cilada, Bino.
Já ler Stuart Hall, em inglês...

quarta-feira, 8 de julho de 2009

I'm your wallpaper and I love you

Cansada de levar fora? Ser traída pelo namorado? Levar cantada fuleira na balada? Cansada de se sentir o ser mais fudido e lascado do mundo? De tomar susto no espelho? Seu salto quebra? Sua mãe te bate? Calma, já fizeram um papel de parede pra você.


(Clique para aumentar)

Oun. (L)

Como ele foi parar lá?

O assunto desse post é contrangedor. Luiz Caldas, virou metaleiro.

- Metal is the law.

Em seu perfil no myspace podemos ouvir obras primas do metal como "Maldicao" e até em ingrêis como "Lived in Peace". Reparem no vocal "gutural" do moço (parece dublagem de monstrinho em desenho animado, mas ok).

Um novo clássico.

Atentem para a letra super inspirada:

"Eu estremeci, eu gelei, morri
Escavei o chão, fui pra solidão
Através do ar parei de respirar
Fiz a situação, peguei a contramão

Bolas de fogo,
Maldades da imaginação!

Eu ressuscitei, não morri, gelei
Matei a paixão, não lhe dei a mão
Quis lhe sufocar, lhe estraçalhar
Tomar o seu lugar e quis lhe jogar

Bolas de fogo,
Maldades da imaginação!

Eu estremeci, eu gelei, morri
Escavei o chão, fui pra solidão
Através do ar parei de respirar
Fiz a situação, peguei a contramão

Bolas de fogo,
Maldades da imaginação!"


Não morri, gelei. <-- magina isso na voz de monstrinho :( Que axé o que? O lance agora é Meeetaaaaaal!

Minhoquinha

Notícia do G1:




Besteira... Vai em qualquer banheiro público por aqui e você encontra até maior. E numa gama de cores maior que as Tintas Coral.